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Gestão de inovação: um guia completo para melhorar o desempenho

CoachHub · 14 May 2021 · 17 min read

Com o aumento crescente da globalização e das tendências tecnológicas, o mercado de trabalho passa por evoluções o tempo todo, assim como o ambiente interno das organizações. Várias mudanças, como teletrabalho, subcontratação, terceirização, espaço aberto e diversidade cultural, surgem como testes para quem atua com gerenciamento. Pensando nessa evolução, podemos dizer que líderes e gerentes estariam cometendo um erro ao manter um estilo tradicional de gestão.

Se quiserem permanecer competitivas em um mercado global saturado e aumentar a produtividade da mão de obra, as empresas precisam adotar a inovação gerencial.

Se você é gerente, preste atenção às cinco principais práticas de gestão de inovação que fazem parte das tendências de RH de 2022!

1. O que é a inovação gerencial?

O termo “inovação” é hoje algo muito comum, especialmente no ambiente empresarial, é ela que impulsiona as vendas. Para entender o que significa inovação gerencial, é importante definir primeiro o que é inovar.

De acordo com o dicionário Merriam-Webster, inovar significa “introduzir novidade, fazer algo como não era feito antes”. Ou seja, não é apenas criar algo, mas apresentar a criação ao mundo.

Desse modo, a “inovação gerencial” significa executar diferentes atividades que são necessárias para implementar uma nova prática gerencial, com o objetivo de promover o desempenho de gestores em uma organização. Tudo isso considerado uma evolução, transformando as posturas e práticas gerenciais para promover a colaboração entre funcionários e gerentes. O novo fenômeno gerencial, portanto, oferece desenvolvimento individual e desempenho coletivo para as empresas.

Com base na definição acima, podemos dizer que a inovação gerencial abrange três elementos:

  • Grande transformação de gestão, que representa inovação estratégica
  • Novas práticas gerenciais, incluindo ferramentas de gestão colaborativa e processos e posições gerenciais, como departamentos de liderança e comunicação
  • Nova abordagem de colaboração entre funcionários e gerentes, buscando promover o desenvolvimento pessoal e profissional e a inteligência coletiva.

2. O processo de inovação gerencial

Um processo de inovação gerencial é formado por cinco etapas essenciais, a saber:

  • Insatisfação de uma organização com o status quo da gerência
  • Inspiração para mudar o sistema
  • Invenção, que é desencadeada tanto pela inspiração quanto pela insatisfação
  • Validação da prática inovadora, tanto de influências internas como externas
  • Difusão da inovação gerencial a outras áreas da organização

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3. Inovação gerencial e desempenho da empresa

A BVA for Audencia realizou uma pesquisa para entender o papel da inovação gerencial no desempenho de uma empresa. A pesquisa revelou que 64% dos gerentes associam inovação gerencial a um melhor desempenho econômico. Outros 65% da coorte concordaram que a inovação gerencial aumenta a produtividade da mão de obra e 40% associaram o fenômeno a um maior bem-estar no local de trabalho. Fica evidente que a inovação gerencial é fundamental para manter a competitividade no mercado internacional.

No entanto, a implementação da inovação gerencial sem conhecimento suficiente ou pressão social nunca é a solução. Este tipo de inovação só é possível se fruto de profunda convicção, com o capital humano certo e com as formas eficazes de inteligência. Para crescer, uma empresa livre deve enxergar a inovação gerencial como parte essencial da cultura corporativa.

4. Cinco práticas gerenciais inovadoras

Existem cinco diferentes tipos de inovação gerencial. Eles são:

A. Gestão ágil

A inovação ágil surgiu no início dos anos 2000. Hoje, está presente entre as empresas líder de cada setor, sendo considerada como base da transformação digital. Por esta razão, a prática gerencial inovadora devolve aos recursos humanos o protagonismo na busca de se alcançar o bem-estar e a motivação no local de trabalho. Hoje, a experiência do cliente é o foco principal de cada estratégia de inovação. Com a inovação ágil, as empresas conseguem focar mais os clientes, oferecendo bens e serviços que promovem a satisfação das pessoas.

É difícil para uma empresa adotar uma inovação ágil?

Seguem baixos na França o número de sucessos testemunhados em novos serviços, projetos ou empresas. No entanto, a diferença entre essas empresas e as outras que geram lucros de forma consistente é a capacidade de adotar uma abordagem ágil de gestão de projetos.

Os recursos da gestão ágil incluem o seguinte:

  • Leveza – uma gestão ágil tem uma estrutura de liderança leve, em vez de burocracia ou autoritarismo. Tem a ver com aplicar técnicas simples em todos os processos de gestão.
  • Velocidade – as empresas precisam focar apenas as tarefas que agregam valor ao processo de produção.
  • Rapidez – a agilidade elimina a duplicação e o tempo de espera. A administração age rapidamente oferece as respostas adequadas. As decisões tomadas têm origem em hábitos e treinamentos estruturados e robustos.
  • Elasticidade – a inovação ágil também está associada à flexibilidade. A gestão ágil se adapta mais rápido a ambientes que mudam o tempo todo e é capaz de retornar ao estágio inicial em todas as circunstâncias.
  • Holacracia – a agilidade adota uma abordagem democrática de liderança. Esse modo de gestão de matriz garante que as funções da empresa sejam distribuídas com base em experiências e habilidades.
  • Dinamismo – uma empresa dinâmica consegue se adaptar continuamente às diferentes necessidades do mercado por meio da melhoria dos processos. Quem é ágil consegue se antecipar às circunstâncias, e isso impede que as empresas sejam reativas na hora de tomar decisões.

A gestão ágil precisa da cultura corporativa

Embora a agilidade seja alimentada pela digitização, o aspecto tecnológico não é suficiente. As empresas precisam levar em conta condições culturais para conseguirem estabelecer estruturas eficazes de trabalho e gestão. Logo, é importante ter conceitos claros que se apliquem à empresa por completo, incluindo a cultura corporativa, o local, a maturidade organizacional e o ambiente de trabalho. Com frequência, a agilidade requer uma mudança na cultura da organização.

Como acontece em todas as mudanças, a gestão ágil pode afetar a forma como as pessoas percebem a transformação cultural. As organizações precisam, portanto, expressar qual é o papel do sistema de gestão com relação à cultura atual.

Quais são os benefícios da gestão ágil?

A agilidade leva a produtos e serviços melhores. Uma inovação gerencial ágil sempre esteve ligada a produtos novos e melhores no mercado, um número menor de problemas e maior satisfação do cliente. Com a gestão ágil, uma empresa reduz custos e obtém melhores resultados nos negócios.

A agilidade também está ligada à produtividade da equipe. Por se alinhar à cultura organizacional, a abordagem de inovação aumenta a felicidade dos funcionários e, desse modo, resulta em maior satisfação de clientes.

Com o pensamento ágil, as organizações aumentam o fluxo de produtos, mantêm a equipe ativa e identificam e bloqueiam possíveis disrupções. As empresas que adotam uma abordagem de gestão ágil conseguem aumentar a produtividade.

Outros benefícios ligados à agilidade são:

  • Redução de riscos
  • Chegada mais rápida no mercado
  • Mais motivação e moral da equipe
  • Aumento da produtividade
  • Capacidade de gerenciar mudanças bruscas

B. Gestão frugal

A gestão frugal é o estilo inovador de uma organização, que transforma as limitações de recursos em uma vantagem. Com a frugalidade, as empresas conseguem maximizar a produção reduzindo a complexidade dos produtos ou processos de produção. Em mercados bem estabelecidos, é com a gestão frugal que as empresas competem com eficácia, com fornecedores ou fabricantes acessíveis, tornando a produção um processo barato.

Qual é a meta final da inovação frugal? Empresas que implementam a inovação frugal querem se tornar competitivas sem necessariamente precisar aumentar os custos de produção. Em outras palavras, as empresas que adotam esse tipo de gestão encontram soluções inovadoras e econômicas. Os princípios essenciais desse estilo de gestão incluem a integração de todas as pessoas da equipe, agindo e pensando de forma flexível, abertas a restrições, mantendo o processo de produção simples e ouvindo a própria intuição.

Quais os benefícios da gestão frugal para uma empresa?

A inovação frugal é importante para reduzir custos e aumentar aumento da satisfação de clientes. Com ela, as empresas conseguem oferecer serviços acessíveis e de qualidade, sem ter de abrir mão do lucro e da estabilidade no mercado.

Existem diferentes formas de inovar de forma frugal:

  • Usar um novo aplicativo para promover os negócios
  • Reduzir custos desnecessários eliminando atividades não lucrativas
  • Encontrar tecnologias alternativas para usar no departamento de Recursos Humanos.

O papel da tecnologia na gestão de inovação frugal

A tecnologia tem um papel essencial no marketing e no design dos produtos de uma empresa. Ter acesso a plataformas gratuitas ou de bom custo-benefício é a melhor maneira de melhorar a produção. A tecnologia pode ser aplicada em vários setores, incluindo o mundo dos restaurantes e das viagens, meios em que os consumidores estão majoritariamente on-line.

O teletrabalho é reconhecidamente uma das principais tendências de gestão da nossa era e, nesse contexto a tecnologia é essencial para promover uma cultura digital no local de trabalho. Ferramentas de telecomunicações, como plataformas digitais colaborativas, podem ajudar as empresas a manter a união entre pessoas que estejam trabalhando remotamente. Para isso, gerentes devem praticar escuta e comunicação ativas para atender às necessidades e dificuldades que as equipes remotas enfrentam. A gestão da mão de obra remota requer contatos regulares por parte das empresas; usar técnicas de gestão remota e de diálogo, como videoconferência e trocas frequentes de e-mail, pode melhorar o trabalho em equipe.

Por um custo que é limitado, a tecnologia pode trazer insights importantíssimos sobre a estratégia certa para as empresas. Gerentes podem lançar mão de plataformas de tecnologia que utilizam automação, blockchain e inteligência artificial para melhorar os processos de produção.

 

C. Neurogerenciamento

Pesquisas nos campos da psicologia cognitiva, imagem cerebral, etologia e neurociência provaram que há uma correlação entre a atividade cerebral e a infelicidade no trabalho. Isso significa que as empresas podem adotar o estilo de neurogerenciamento para reduzir os níveis de estresse no local de trabalho. O neurogerenciamento foca a criação de um ambiente de trabalho, a promoção da criatividade e o aprimoramento do bem-estar de todos os funcionários. O estilo de gestão aborda os processos mentais e as atividades cerebrais para entender como as pessoas reagem aos desafios típicos que afetam as empresas. Esse estilo chega a insights sobre o comportamento social das pessoas, incluindo a capacidade de tomar decisões de negócios corretas.

Por que a neurogestão é importante?

Toda organização precisa prestar atenção a opiniões, fatos, lógica e emoções. Com interações diárias e desempenho profissional, as emoções devem ser valorizadas entre os funcionários. Existe um dinamismo quando falamos de emoções, e isso influencia diretamente os resultados dos negócios, tanto positivamente quanto negativamente. Isso sem falar na grande variedade de softwares de gestão de inovação disponíveis para a gestão de recursos humanos. Como resultado, fica difícil entender e gerenciar emoções. Por isso, para melhorar o desempenho, é importante reconhecer as emoções através da teoria da gestão de inovação neurocientífica.

Com a neurogestão, as organizações conseguem administrar de maneira eficaz as formas como a mão de obra influencia os resultados dos negócios e, assim, contribuir com a liderança, a produtividade, a comunicação e a inovação.

Criar um ambiente de trabalho centrado nas pessoas

O autocontrole e a consciência de si mesmo são os principais componentes do bem-estar emocional. O neurogerenciamento, no entanto, não se trata apenas de ter entendimento emocional para ajudar a entender como o cérebro das pessoas funciona. É uma questão de ter um roteiro, que ajuda a compreender como elas se comportam de forma diferente no trabalho. Essa solução permite à equipe de gestão entender as emoções, as atitudes e a mentalidade de cada um de nós. O neurogerenciamento, que já é uma prática comum nas empresas livres, ajuda a identificar formas de gerenciar emoções no trabalho com foco na mão de obra.

Para criar um ambiente emocional favorável para as pessoas, a gerência precisa:

  • Ressignificar o que é o trabalho
  • Lidar com os desafios do trabalho
  • Reconhecer e recompensar a excelência
  • Compartilhar informações e promover a comunicação
  • Mostrar vulnerabilidade
  • Ajudar no crescimento pessoal

Com a gestão desses comportamentos, o desempenho dos funcionários pode melhorar, o que se traduz em um resultado positivo.

Em linhas gerais, a neurogestão significa ativar os mecanismos cognitivos das pessoas para melhorar a tomada de decisões, a motivação e a memorização.

D. Gestão de desempenho feita por gerentes-coaches

Hoje em dia, para ser alguém que sabe gerenciar e que consegue resultados, não basta apenas atuar bem em equipe. É preciso dominar a arte da gestão de inovação, conseguir motivar seguidores e atingir as metas da empresa por meio de planejamento estratégico. Para vencer, quem trabalha com gerência de desempenho precisa desenvolver as habilidades profissionais das pessoas e saber como motivá-las. A gestão de desempenho conserva a fidelidade e o comprometimento da mão de obra.

Por que precisamos de gerentes-coaches para a gestão de desempenho

O principal objetivo do coaching de desempenho não é microgerenciar pessoas, mas trabalhar com gerentes e funcionários para resolver problemas de desempenho e aumentar a produção. Quem responde bem ao coaching contribui muito para o sucesso de uma empresa. Com isso, as pessoas conseguem contribuir cada vez mais para o crescimento da empresa. Esse fenômeno resulta do fato de que o coaching de desempenho ajuda no processo de melhoria contínua e no desenvolvimento de habilidades e conhecimento.

É estranho pensar que algumas empresas mantêm funcionários com baixo desempenho por muitos e muitos anos. O coaching é a melhor abordagem de gestão na hora de recrutar as pessoas mais competentes com metas que se alinham aos objetivos da empresa. Através disso, gerentes de coaching conseguem aprimorar as oportunidades potenciais de promoção das pessoas.

O papel de gerentes-coaches na hora de promover diversidade e inclusão

Empresas no mundo todo estão começando a adotar a diversidade e a inclusão. Para alimentar a liderança feminina, a Federação Francesa de Construção (Fédération Française du Bâtiment, FFB) está promovendo várias campanhas que podem empoderar mulheres. Tendo em mente essa nova tendência de RH, um gerente-coach pode ajudar uma empresa a focar a promoção da diversidade no trabalho.

Por isso, o que se espera de gerentes-coaches é que orientem as equipes sobre a diversidade no trabalho através de um programa de diversidade que promova a colaboração e o trabalho em grupo, ao mesmo tempo em que fale sobre casos de discriminação. O programa de gestão da diversidade precisa abranger temas multiculturais, como comunicação não violenta, espírito de equipe, gestão do tempo, assertividade, inteligência relacional e empatia.

Etapas para contratar coaches de gestão de desempenho

Se você acredita que o coaching de gestão de desempenho é algo que sua organização precisa, alguns dos fatores a serem considerados durante a contratação de profissionais dessa área estão destacados abaixo

Impulsionar a autoestima das pessoas: coaches de desempenho precisam criar um ambiente que faça com que as pessoas desenvolvam um senso de autoestima. O coach de desempenho trabalha com a gerência e os funcionários para melhorar o desempenho e garantir a excelência. Ele precisa adotar uma abordagem de feedback positivo para aumentar a confiança da equipe.

Ser honesto: nos negócios, a superficialidade pode arruinar o objetivo final. Gerentes precisam oferecer críticas construtivas sem medo ou intimidação. Coaches de desempenho expressam e explicam seus motivos em caso de críticas e falam sobre como o desempenho pode ser melhorado. O processo de feedback pode criar um ambiente que incentiva as pessoas a serem honestas.

Disposição para buscar ajuda: os estilos de coaching e gestão hoje têm mais a ver com desenvolvimento de desempenho e inspiração de feedback. As pessoas sempre querem compartilhar opiniões e ideias com a empresa. Nesse sentido, a função de um coach de desempenho é garantir que esse processo ocorra de forma natural. O envolvimento das pessoas no sistema de gestão de desempenho garantirá todo um engajamento e um processo correto de tomada de decisões. Nesse sentido, coaches de desempenho precisam saber quando envolver os funcionários e compartilhar ideias com a organização.

Escuta ativa: coaches de desempenho entendem que erros acontecem, ouvem ativamente a equipe enquanto tomam decisões e têm sempre disposição para feedback de instrutores. Um coach que sabe escutar consegue ter ótimos insights sobre a empresa e consegue construir confiança e melhorar a comunicação. Além de prestar atenção total às pessoas, coaches de desempenho fazem com que os coaches consigam notar os resultados positivos da escuta ativa e os incentivam a compartilhar ideias relacionadas aos negócios.

Oferecer suporte à equipe: profissionais de coaching que buscam trabalhar com gestão de inovação precisam ser capazes de oferecer suporte à equipe. Como coach, é importante ter um sistema de suporte, assim como os funcionários. Ao contrário dos gerentes tóxicos, o coach deve ter empatia para conseguir enfrentar os desafios que as pessoas enfrentam. Desse modo, o coach precisa identificar os estilos de comunicação eficazes e os valores de trabalho dos funcionários e gerentes e adaptar esses fatores de maneira adequada ao processo de mentoria e treinamento.

E. Gerente-facilitador

Com o desenvolvimento de ambientes de trabalho livres, os gestores já preveem o fim do sistema de gestão diretiva. O papel da gerência não é mais liderar, mas sim de apoiar. Desse modo, o gerente perde o status hierárquico e se junta às fileiras de colaboradores. Conhecendo melhor o funcionamento da organização e a visão da empresa, ele se torna um facilitador para sua equipe.

Qual é a função de gerentes que atuam como facilitadores?

Facilitadores orientam os funcionários através de diferentes processos organizacionais para produzir resultados positivos. Gerentes-facilitadores presidem reuniões, sessões de desenvolvimento, treinamento e eventos de formação de equipes em que a força de trabalho está envolvida para atingir as metas da organização. Um facilitador transforma processos e estruturas em interações para que as pessoas consigam agir de forma eficiente para alcançar os resultados desejados.

Para ter sucesso, um grupo precisa de um facilitador. Nesse sentido, gerentes precisam resolver quaisquer conflitos que possam prejudicar o sucesso da empresa. Embora a situação possa não parecer um problema no início, ela pode levar à insatisfação do cliente e à desintegração da equipe. Habilidades de facilitação eficazes são, portanto, importantes para manter a equipe coesa e garantir que os relacionamentos permaneçam intactos.

A facilitação traz muitos benefícios para todas as pessoas na organização, e ainda mais líderes e supervisores de equipes porque trabalham com grupos colaborativos que trabalham em prol de uma agenda escolhida visando bons resultados para a empresa. Isso significa que um gerente-facilitador deve ser capaz de definir as regras básicas úteis para fazer a equipe funcionar bem.

5. Coaching profissional para apoiar gerentes

O coach profissional continua sendo essencial para a gestão de inovação. Embora as empresas estejam fazendo a transição para o estilo de inovação gerencial, os coaches ainda precisam instruir a gerência direta sobre o que fazer para melhorar o desempenho.

Os gerentes fazem muitas perguntas quando se trata de gestão de mudanças: Como organizar nosso tempo? Como comunicar nossos planos de inovação gerencial? Como garantir o engajamento das pessoas? Como controlar a nova função de gestão de inovação da gerência? Para apoiar a transformação e permitir que os gerentes consigam guiar a empresa ao longo do processo de inovação de sucesso, é preciso haver coaching profissional.

Um coach profissional fará com que gerentes e funcionários tenham as habilidades necessárias para implementar a mudança de inovação por meio de treinamento de apoio individualizado e que haja uma integração dos processos da empresa para melhorar o desempenho com restrições de recursos. Na CoachHub, garantimos que cada empresa utilize o coaching digital para obter os melhores resultados. A gestão de inovação não é o suficiente; o coaching correto garante que o estilo de gestão se torne rentável para uma organização.

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A CoachHub é uma plataforma líder global em desenvolvimento de talentos que possibilita às organizações criarem programas de coaching personalizados, mensuráveis e escaláveis para toda a força de trabalho, independentemente do departamento e nível hierárquico. Com isso, as organizações conseguem colher vários benefícios, incluindo maior engajamento dos funcionários, níveis mais elevados de produtividade, melhor desempenho no serviço e maior retenção. A comunidade global de coaches da CoachHub é composta por mais de 3.500 coaches corporativos certificados, distribuídos em 90 países e seis continentes, com sessões de coaching disponíveis em mais de 80 idiomas. Atendendo a mais de 1.000 clientes em todo o mundo, os programas de coaching inovadores da CoachHub são baseados em pesquisa e desenvolvimento científico de seu Laboratório de Inovação. A CoachHub conta com o apoio dos principais investidores em tecnologia, incluindo Sofina, SoftBank Vision Fund 2, Molten Ventures, Speedinvest, HV Capital, Partech e Silicon Valley Bank/SVB Capital.
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